Mostrando postagens com marcador curiosidades. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador curiosidades. Mostrar todas as postagens

domingo, 25 de setembro de 2016

Curiosidades - Dicionario do pipeiro

Adorno - Em alguns estados brasileiros, este nome que é utilizado para denominar a decoração das pipas.

Aparar - Quando a pipa é lançada por outra, após ter sido cortada em um combate.

Aprumar -  Colocar a pipa em um vento estável.

Arrastar - Conduzir a pipa rapidamente de um lado para outro.

Árvore - Sistema de soltura de pipas em que, em uma linha mestra, são amarradas varias pipas, porém diferente dos trens de pipas ou centopeias.

Asas -  Em vários estados brasileiros, esse é o nome das barbatanas que se colocam nas pipas; Em São Paulo, asas são os complementos laterais  colocados em pipas celulares.

Aú - Mergulho de arraias baiana, movimento provocado pelo empinador.

Avoar - Diz- se que uma pipas "avoou" quando ela foi cortada e levada pelo vento.


O Ato de aparar uma pipa.

Baculebú - Tipo de pipa muio usada no nordeste, e que para a sua confecção se utiliza papel de caderno e varetas retiradas das folhas secas do coqueiro, 

Bailado - Nome dado á dança que as pipas fazem no ar.

Bambolins -  Em alguns estados, o mesmo que barbatanas ou asas.

Barandão -  Artefato feito com pedra e linha utilizado para tenta aprisionar a pipa alheia. ( Chamado assim na Bahia, aqui no Paraná é conhecido como "marimba").

Barbatanas - Enfeites laterais que são colocados  em algumas pipas, geralmente papel fiapado, imitando barbas,

Barbela - Em alguns locais do país, este nome é dado aos estirantes, cabrestos e compasso (em outras regiões).   (aprenda a fazer um compasso neste post)

Barriga/ Barrigada - Peso da linha que empina a pipa. (Exemplo: Linha grossa em pipa pequena).

Batacar - Furtar a carretilha ou cone com linha, sem que o outro perceba, geralmente durante o combate quando o pipeiro esta distraído.

Batizar - Quando ser solta toda linha que possui para a soltura da pipa.

Berimbau - Artefato feito com pedra e linha utilizado para tenta aprisionar a pipa alheia.

Bicheira - Pipa mal feita e com aparência horrível.

Bidê -  Nos estados do Sul, é o nome que se da a pipas celulares do tipo caixa.

Boca de Chave - Quando a pipa, durante o combate, é cortado próximo a chave ( Compasso).

Bolachinha - Tipo de pipa muito simples, trazida pelos negros para o Brasil e que ainda povoa os ares de alguns estados nordestinos, só que hoje confeccionada de papel e palito de coqueiro.

Bomba redonda - Nome  que se dá a pipa octagonal (Chamado assim no Rio Grande do Sul)

Bucles - Círculos que a pipa az quando não esta adaptada ao vento e lhe falta equilibro.

Burití - Vareta retirada da palmeira para confecciona a pipa. (Chama - se assim no Norte)









Cabeça: O mesmo que estirante ou cabresto em algumas localidades.

Cabeçada: Círculos grandes que a pipa efetua quando não está estabilizada.

Cabelo e barba: Em um combate, corta se a rabada da arraia antes de corta -lá. (Chama se assim na Bahia).

Cação: Tipo de pipa grande,  feita no nordeste, com papel de saco de cimento; e na rabiola geralmente se coloca uma gilete para cortar a linha das outras pipas.

Caçonete: O mesmo que cação em tamanho pequeno.

Café de Bugre: Tipo de planta que nasce em alguns estados brasileiros e produz frutos pequenos, que quando soltam uma resina utilizada como cola para se confeccionar pipas.

Cana da índia: Tipo de bambu usado para confecção de pipas grandes, pois utiliza - se bambu inteiro. Este tipo de bambu é muito utilizado na industria de moveis. 

Cambareu: Quem tem medo de enfrentar outras pipas.

Camelo: O mesmo que baculebú. ( Chamado assim na Bahia).

Capucheta: Tipo de pipas que não usa varetas, normalmente feita com papel - jornal ou de embrulho, e que foi trazida para o Brasil pelos imigrantes italianos. Ainda é muito popular em alguns bairros de São Paulo.

Caracol: Círculos pequenos e rápidos, realizados pela pipa quando ela não esta estabilizada.

Carambola: Em alguns estados brasileiros esse é o nome que se dá a pipas celulares tipo caixa.

Carretilha: Suporte para enrolar a linha.

Combate: Disputa travada entre duas ou mais pipas com o objetivo de de cortar a linha adversaria.







Eai galera se identificou com alguma palavra? 
Tem alguma que você fala que não está no post? 

Então deixa ai nos comentários....


Continua no próximo post...





Acompanhe também nossas redes sociais:






segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Carretilha para pipas

Recebo muitos e-mails no site e no Blog perguntando sobre carretilhas.

Então acessando o blog do nosso amigo do Blog São Paulo Pipas vi um post bem interessante de como fazer essas carretilhas.
Como o post é um pouco extenso é só clicar na foto ou no link abaixo para acessar!!

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Pipas diferentes: Aprenda a fazer uma pipa peixe!

Aprenda a fazer uma pipa peixe com o Maurão da Equipe Art Céu - Pipas e Raias.


Material necessário para fazer a pipa:

- 1 Vareta de fibra de 2 metros (Corpo);
- 1 Vereta de fibra de 1 metro (Centro);
- 1 Vareta de fibra de 80 cm (Nadadeiras);
- 1 Vareta de fibra de 60 cm (Nadadeiras);
- 2 papéis de seda amarela (Corpo);
- 2 papéis de seda para decoração;
- 1 plástico fino transparente (Nadadeiras);
- 1 tubo de cola branca;
- Linha 10;
- Fita adesiva (Durex).




Pegue a vareta de fibra de 2 mt baule em formato de peixe deixando as pontas do rabo com 20 cm.


Amarre no cruzamento do rabo do peixe com linha 10. Calcule o meio do peixe e atravesse uma vareta no meio.

Corte e cole a seda no formato da armação.
Recorte a seda ja deixando o formato do rabo.
Calcule 15 cm da ponta e atravesse a vareta de 80 cm, deixando 40 cm de cada lado.
Calcule 20 cm da primeira vareta e atravesse mais uma vareta de 60 cm juntado as pontas formando as nadadeiras.

Recorte outra seda na cor desejada em formato de espinha de peixe.


Cole a espinha de peixe no dois lados da armação.


 
Recorte o papel e cole no formato das nadadeiras. Prenda a linha 10 no cruzamento do rabo até as pontas das nadadeiras (Para equilibrio e seguranças das nadadeiras).

Repita o procedimento anterior e prenda a linhas nas nadadiras e na parte superior central do peixe. Decore com os olhos em ambos os lados.


Cole o plástico transparente com fita adesiva completando as nadadeiras até a linha que vai a nadadeira ao rabo do peixe para estabilidade da pipa. 



Para fazer o compasso (cabresto) amarre a linha nas estremidades da asa na parte inferior do peixe em direção ao inicio da nadadeira e na parte inferior do peixe. E a outra parte no rabo do peixe. Junte as linhas em formato de paraquedas.

Agora é só soltar a sua pipa!











quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Projeto Debique essa idéia use fio limpo!




Projeto Pipas em Curitiba




“Debique essa idéia use fio limpo!”


Debique essa idéia empine sua pipa e sua raia com responsabilidade, use fio limpo, não use cerol e nenhum tipo de cortante evitando o perigo de acidentes.
Lançando a campanha não use cerol e nenhum tipo de cortante para empinar pipa e soltar raias longe da rede elétrica e vias publicas.
Somos uma equipe organizada que solta pipas com o interesse de socializar crianças, adolescentes e adultos para praticar um lazer saudável, evitando o perigo de acidentes.
Soltar pipas e raias é uma paixão, vamos fazer isso com “responsa”, usando um fio limpo de qualidade, você vai atingir o seu objetivo somente com sua habilidade.
O projeto oficina de pipas é um trabalho social que abrange escolas e entidades de Curitiba e região, e busca um local publico para empinar pipas, raias e artefatos de papeis, denominado pipódramo.
O presente Projeto busca atrair os jovens por seu conteúdo positivo e lúcido na confecção de pipas, propiciando alem do desenvolvimento de habilidades para o trabalho, um convívio social na qual essa parcela da juventude que vive um processo de exclusão social, muitas vezes sofrendo discriminação em razão de suas condições de existência, possa ter uma participação ativa na comunidade, assim como no próprio seio familiar, rompendo com a visão estigmatizada da adolescência.
Viu-se a necessidade de resgatar e redirecionar seu potencial e seu dinamismo para valores humanísticos e éticos, que pudessem oferecer-lhes alguma alternativa de inclusão social e de desenvolvimento pessoal, a Equipe Art Céu – Pipas e Raias com o Projeto Pipas em Curitiba, alem das oficinas, festivais e revoadas esta requerendo e direcionando os fundos de vales próximos a córregos e pequenos rios para que sejam construídos pipódramos,
lugares próprios para o lazer de empinar pipas.


Mauro Gonçalves

Via Equipe Art Céu

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Como fazer uma pipa bide.

Volte a ser criança!

Clique na imagem abaixo para ampliar e veja o passo a passo de como fazer uma pipa bide triângulo:



 Via Equipe Art Céu

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Empine sua pipa com Segurança!

Aqui vai algumas dicas de Segurança para que você possa empinar sua pipa sem o perigo de acidentes!!!



•Não soltar pipas e raias em dias de chuva ou relampagos;

•Não soltar pipas e raias perto de rede eletrica e antenas, procure lugares abertos, como praças e parques;

•Se a pipa enroscar no fio, não tente tira-la, é melhor perder a raia do que a vida;

•Não soltar pipa em ruas e avenidas movimentadas;

•Não use cerol, além de correr o risco de se cortar, você pode machucar os outros.
 
Via Equipe Art Céu.
Imagem Eletrobras Distribuidora Roraima

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Produção de Energia através das Pipas!

Kite Gen ® é a última evolução do aproveitamento da energia eólica. É um conceito radicalmente novo e inovador, que pode ser a solução mais prática e sólida, no mercado de fontes renováveis, para as necessidades mundiais de energia e problemas.


A principal novidade é dada pelo fato de Kite Gen poder explorar o inexplorado, quase interminável e quase universalmente disponível alimentação de energia: eólica altitude.

Para explorar esta enorme quantidade de energia que uma mudança radical de perspectiva tem sido feito: sem estruturas mais pesadas e estática, mas dinâmica de máquinas leves e com

grandes asas, impulsionado por um sistema de controle de alta tecnologia baseada em sensores aviônicos, voar a grande altitude, a colheita da energia dos ventos poderosos, muito mais rápido e constante do que os disponíveis para moinhos de vento tradicionais.

A Kite Gen é um novo tipo de usina de geração elétrica, com base em uma fonte renovável, adequada para qualquer território, a custos mais baixos do que as plantas de geração de combustíveis fósseis, em concorrência direta com a produção convencional de hoje (carvão, óleo ou nucleares).



Assista o video abaixo para entender o funcionamento:



No “Stem” configuração das asas puxa os cabos que, através de um sistema de polias, ativa os alternadores no chão, que produzem eletricidade. Quando os cabos são totalmente desenrolados, a asa é orientada para uma posição onde ela perde a sua resistência ao vento e os cabos são enrolados dentro consumo de energia da fase de liquidação é uma fração menor da energia gerada durante a fase de recolhimento.


No cerne do projeto é o software que autonomamente os pilotos das pipas de energia, de modo que os padrões de vôo pode ser controlados e normalmente direcionado para maximizar a produção de energia.

Em 2006 Kite Gen pesquisa construiu um primeiro protótipo, codinome KSU1, testado a uma altitude de 800m com a autorização da ENAC e ENAV (italiana Autoridades da Aviação Civil).



Além da verificação dos dados teóricos, a KSU produziu energia, graças ao desenrolar / rewind ciclo: média e pico de 5kW 30kW, com um terreno de 4,5 m / s.

A configuração tronco vem produzindo hoje e o funcionamento do gerador em primeiro lugar, perto de Asti – um lugar onde as condições do vento são considerados definitivamente insuficiente para geradores eólicos tradicional – está prevista para o início de 2010.



Via Kite Gen