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sexta-feira, 17 de junho de 2011

Cientistas suecos criam pipa que gera energia elétrica debaixo d’água


Embalado pelas correntes marinhas, que chegam a 9 km/h, o papagaio tem uma turbina hidrodinâmica que produz energia elétrica. Os modelos já existentes são 10 vezes maiores e podem abastecer até 300 casas de porte médio.


Nas águas do Mar do Norte, cientistas da Suécia encontraram uma forma limpa e surpreendente de gerar energia. Quem mostra são os enviados especiais do Jornal Nacional, Marcos Losekann e Sérgio Gilz.
Parece brinquedo de criança, mas o papagaio feito por engenheiros suecos é coisa séria e para lá de diferente: em vez de voar no céu, ele navega no fundo do mar, preso por uma âncora a 80 metros da superfície, para evitar a colisão com navios.
Vai de um lado para o outro, embalado pelas correntes marítimas, que chegam a uma velocidade média de nove quilômetros por hora. O papagaio carrega uma turbina hidrodinâmica que produz energia elétrica.
O protótipo foi usado nos primeiros testes feitos em Gotemburgo, na beira do Mar do Norte. A asa tem 1,2 metro de envergadura e a turbina é mais ou menos do tamanho de uma garrafa de um litro.
Os papagaios subaquáticos que já funcionam no fundo do mar são 10 vezes maiores: têm asas de 12 metros e turbinas do tamanho de um tonel. Cada papagaio produz 500 quilowatts de energia, o suficiente para abastecer 300 casas de porte médio.
O empresário Anders Jansson, diretor do projeto, afirma que o uso de apenas 1% do potencial energético marítimo seria suficiente para atender cinco vezes à atual demanda do planeta.
“Em quase todas as costas marítimas da Terra existem correntes fortes o suficiente para mover esse tipo de turbina. No Brasil, as melhores condições se apresentam na Região Nordeste” diz ele.

As turbinas instaladas na Suécia custam o equivalente a R$ 1,5 milhão. Daqui a dois anos, já estarão disponíveis para produzir energia em todo o mundo. Em silêncio, debaixo d'água e sem poluir o meio ambiente.
 

terça-feira, 22 de março de 2011

Pipas produzem energia através das águas do fundo do mar


Uma nova forma de obter energia é através da "Deep Green" um projeto de pipa para o fundo do mar. 

deep green
As pipas aproveitam as águas do fundo do mar do mesmo jeito que o vento, atraves das asas elas captam energia e transferem para um gerador localizado no fundo do mar.
Este projeto esta sendo implantado no Reino Unido pela empresa Minesto, e até 2020 pretende gerar energia para uma cidade com população de 189.863 habitantes.

Matéria completa: Earth Techling

terça-feira, 15 de março de 2011

Pipas na rede elétrica deixam mais de 400 mil clientes sem energia nas férias


Madureira, Campo Grande e Belford Roxo são os locais com mais ocorrências

Do R7 | 13/03/2011 às 07h35


Fábio Mota/12.12.2010/AE


Fábio Mota/12.12.2010/AE

Meninos de 5 a 17 anos são maioria quando o assunto é soltar pipa no Rio de Janeiro

A famosa e, aparentemente, inocente brincadeira de soltar pipas é febre entre crianças e adolescentes, principalmente em morros, favelas, no subúrbio e Baixada Fluminense. No período de férias escolares, em alguns pontos do Rio de Janeiro, é possível avistar de longe centenas delas no céu. Mas nem tudo é alegria quando o assunto é pipa. Nos primeiros meses de 2011, mais de 400 mil pessoas ficaram sem energia devido às 241 ocorrências de pipa na rede elétrica da cidade.


Os locais com maior número de problemas com pipas são também os mais populosos e com grande quantidade de "gatos" (ligações clandestinas) pelos corredores e postes dos bairros. Madureira, na zona norte, Campo Grande, zona oeste, e Belford Roxo, na Baixada Fluminense, são os líderes da estatística.


Nesses locais é normal ver grande movimentação de meninos atravessando ruas e avenidas atrás da pipa “voada” (perdida no céu), pulando muros altos e jogando marimba (linha com uma pedra na extremidade) próxima aos fios de alta tensão ou do lado de redes elétricas.


Segundo José Ragoni, porta-voz da Light, concessionária responsável pelo abastecimento de energia na capital, esse é um problema que poderia começar a ser solucionado dentro das salas de aula.


- Grande parte deste problema é por falta de informação. Os professores das redes municipal e estadual poderiam ajudar dando auxílio às nossas campanhas e orientando melhor seus alunos.


Soltar pipas é uma brincadeira antiga e democrática, mas que exige extremo cuidado. Além de não ficar perto de redes de alta tensão, o uso do cerol (uma mistura de cola e caco de vidro moído, que é passada na linha da pipa) também é arriscado, e condenado por Ragoni.


- O cerol é perigoso com o próximo, pois pode cortar e até causar a morte de quem for vítima. Mas também é extremamente perigoso com a rede elétrica, porque a mistura de cola com vidro corta a borracha e o alumínio dos fios. A marimba também é perigosa, se jogada próxima aos fios de alta tensão.


Além do já conhecido cerol, outro material que vem preocupando as autoridades são as linhas metálicas. Apesar de não precisar de cerol, como têm metais em sua composição, ela também representa grande perigo.


Pipeiro há mais de 20 anos, Wagner dos Santos, de 32 anos, já tem outra opinião, mas também condena quem solta pipa próximo às redes elétricas ou em locais com grande concentração de pessoas.


- Eu sempre soltei pipa, e sempre usei cerol. Porém, pegava o ônibus que fosse necessário para ir para um lugar mais isolado e, portanto, nunca tive problemas. Porém, já tive amigos acidentados e outros conhecidos que ficaram gravemente feridos.


A concessionária elétrica do Rio disponibiliza o Disque Light (0800 021 0196) para qualquer tipo de ocorrência com pipas na rede elétrica e salienta a importância de tomar os cuidados devidos na hora da brincadeira.


Colaborou João Pedro Lazanha, estagiário do R7



Fonte: R7.com - Noticias

sábado, 5 de março de 2011

Navio utiliza kite para reduzir o consumo de combustível


A Cargill Ocean Transportation anunciou que está a instalar um sistema eólico de propensão num dos seus navios de mercadorias. Este será o maior navio até ao momento a receber esta tecnologia.
Nos últimos 10 anos a companhia SkySails sediada em Hamburgo tem estado a desenvolverkites gigantes para ajudar os navios a reduzirem o seu consumo de combustível.
Este sistema foi colocado pela primeira num navio em 2008. A Cargill Ocean Transportationanunciou que planeia usar a tecnologia num dos seus navios com cerca de 25 mil toneladas. Este kite terá cerca de 320 metros quadrados de área o que o torna o maior do mundo num navio.
Quando estiver operacional viajará a uma altura de 100 a 420 metros, num percurso de voo controlado por um sistema automatizado. Um guincho localizado na proa do navio possibilitará o seu lançamento e recolha sem necessidade de mão-de-obra adicional.
O uso do sistema da SkySails poderá reduzir o consumo total de combustível de um navio de mercadorias de 10 a 35% (média anual) e cerca de 50% pontualmente. Devido à sua dinâmica, o kite tem 5 a 25 vezes mais potência por metro quadrado de área do que uma vela convencional.
Um estudo da Organização Marítima Internacional sugere que poderá reduzir-se cerca de 100 milhões de toneladas de dióxido de carbono por ano, se a tecnologia foi largamente utilizada na marinha mercante mundial.
Cargill planeia instalar este sistema em dezembro e espera tê-lo operacional no primeiro trimestre de 2012.

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Alemães dirigem carro movido a vento




Dupla viajou 5.000km pela Austrália em carro elétrico abastecido com energia eólica

Evonik, Karsten Bootmann/Efe
Evonik, Karsten Bootmann/Efe
Em meia hora, a dupla arma o moinho de bambu que abastece o carro

O carro dirigido pela dupla de alemães Dirk Gion e Stefan Simmerer parece de brinquedo: pesa 200 kg e é branco e rosa.
Mas o 'brinquedo' realizou um feito: totalmente movido a vento, o carrinho cruzou mais de 5.000km ao longo de 19 dias em um teste pelo interior da Austrália.
O Wind Explorer, dirigido pela dupla, é movido a energia eólica, ou seja, a vento.
Durante a noite, os alemães armavam um moinho com estrutura de bambu e o ligavam ao carrinho, abastecendo seu motor elétrico. A carga era suficiente para percorrer cerca de 450 km.
Puxado por pipas
Para economizar bateria, em dias de bastante vento os pilotos também tinham a opção de guiar o carro usando uma pipa gigante, que puxava o Wind Explorer, de forma semelhante aos aquáticos kite-surfs.
A velocidade do veículo pode chegar a até 80 km/h e ele não emite gases poluentes na atmosfera. Segundo Gion, foram gastos menos de R$ 30 em eletricidade para fazer o carro andar durante os 19 dias.
- Estamos muito felizes, é um sonho realizado. Provamos que é possível viajar sem causar impacto ao ambiente.
Os alemães tiveram a ideia de criar o Wind-Explorer há um ano, e tiveram o apoio de uma empresa alemã para sua construção.
- Nosso carro parece ter vindo do futuro, mas já é uma realidade.

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Benjamin Franklin e a pipa


Em 1752 na famosa experiencia do Para-Raio, de Benjamin Franklin.

Ficou demonstada definitivamente a importancia das pipas na história da Ciencia.
Prendendo uma chave ao fio da pipa, que empinou em um dia de tempestade, a eletricidadedas nuvens foi captada pela chave e pelo fio molhado, fato que levou a descoberta do para-raio.

 
Via Equipe Art Céu