Anderson começou a fazer pipas para os amigos ainda criança e, quando
cresceu, fez do hobby profissão
Anderson na pequena fábrica com nome
imponente: Palácio das Pipas
O Monte Alegre esconde uma fábrica que é bem
diferente. A pequena manufatura é do comerciante Anderson Henrique Furtado, de
30 anos, que começou com seu negócio por pura diversão. Hoje, o empresário olha
para trás e vê que já alcançou, literalmente, voos bem altos.
Anderson fabrica pipas.Tudo
começou ainda criança. "Minha mãe não tinha dinheiro para comprar as pipas, e eu
gostava muito. Então, comecei a fazer para os outros em troca de material. Eu
fazia a pipa, e depois montava a minha", conta Anderson.
Após vários modelos
diferentes, com rabiolas de papel, de plástico, e com estampas variadas,
Anderson pegou
Foto: Letícia Rossi /
ME
O Monte Alegre esconde uma fábrica que é bem
diferente. A pequena manufatura é do comerciante Anderson Henrique Furtado, de
30 anos, que começou com seu negócio por pura diversão. Hoje, o empresário olha
para trás e vê que já alcançou, literalmente, voos bem altos.
Anderson fabrica pipas.Tudo
começou ainda criança. "Minha mãe não tinha dinheiro para comprar as pipas, e eu
gostava muito. Então, comecei a fazer para os outros em troca de material. Eu
fazia a pipa, e depois montava a minha", conta Anderson.
Após vários modelos
diferentes, com rabiolas de papel, de plástico, e com estampas variadas,
Anderson pegou prática e se transformou em um fazedor de pipas de primeira
qualidade.
Mas não era
possível viver disso, não é mesmo? Por isso, Anderson fez como a maioria das
pessoas faz, depois que cresceu, foi procurar um emprego com carteira de
trabalho assinada.
"Aí
um dono de bar sugeriu que eu fizesse pipas em quantidade, e vendesse. Foi o que
fiz".
A ideia foi tão
boa que Anderson pode sair do ramo de contabilidade, do qual trabalha antes, e
foi montar o Palácio das Pipas
Hoje, a empresa dele conta
com 12 funcionários, faz cerca de 10 mil pipas por mês, em média, e atende toda
região oeste do estado de São Paulo.
Para
empinar
O empresário defende que é
importante o combate ao cerol, mas que também é necessário defender um espaço
próprio para as pipas. "As pessoas me perguntam muito onde podem soltar, e eu
nunca sei o que falar. Falta isso na cidade. A pipa deveria ser considerada como
entretenimento".